Brasil termina a Copa em 11º, o pior resultado em 60 anos; veja a classificação
Com a Copa do Mundo 2026 chegando à final, a classificação geral já está definida — e ela não é gentil com o Brasil. A seleção terminou em 11º lugar, seu pior resultado desde 1966, quando também ficou na mesma posição. Foram três vitórias, um empate e a eliminação para a Noruega nas oitavas de final.
A campanha brasileira
O Brasil esteve no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia, e terminou a fase de grupos na primeira colocação, com sete pontos. Até aí, tudo bem.
A campanha teve três vitórias: sobre Haiti e Escócia, na fase de grupos, e sobre o Japão, na primeira rodada do mata-mata. Houve ainda um empate com o Marrocos, na estreia.
O fim veio nas oitavas de final, diante da Noruega — a mesma seleção que depois eliminaria também os Estados Unidos e chegaria às quartas, onde caiu para a Inglaterra.
A campanha começou com um empate diante do Marrocos, seguido de duas vitórias que garantiram a liderança do grupo. O revés veio quando o mata-mata endureceu.
“O Brasil terminou na 11ª colocação. Este é o pior resultado do país desde 1966, quando também terminou na 11ª posição.”
Pior resultado em 60 anos
O registro acima coloca a campanha em perspectiva histórica. Sessenta anos separam os dois piores resultados do Brasil em Copas do Mundo — 1966 e agora, 2026, ambos com a seleção em 11º lugar.
Vale um contexto importante: esta foi a 23ª edição do torneio e a primeira disputada por 48 seleções, o que altera a composição da tabela de classificação geral em relação a edições anteriores.
Com 48 seleções em campo, a tabela geral passou a ter mais posições do que em edições anteriores, o que exige cautela em comparações diretas entre diferentes eras do torneio.
Os números da campanha:
- Posição final: 11º lugar na classificação geral.
- Comparação histórica: pior resultado desde 1966, quando também foi 11º.
- Fase de grupos: 1º lugar no Grupo C, com sete pontos.
- Vitórias: sobre Haiti, Escócia e Japão.
- Empate: com o Marrocos, na estreia.
- Eliminação: para a Noruega, nas oitavas de final.
O torneio segue sem o Brasil
Enquanto a seleção brasileira já voltou para casa, a Copa caminha para o clímax. A final de domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, coloca frente a frente Espanha e Argentina — a rival de sempre, buscando o bicampeonato consecutivo.
Há uma ironia particular na eliminação brasileira: a Noruega, algoz do Brasil nas oitavas, chegou até as quartas de final antes de ser eliminada pela Inglaterra, que por sua vez caiu diante da Argentina na semifinal. O caminho que o Brasil não trilhou terminou, de certa forma, nas mãos dos argentinos.
Esta edição, a 23ª da história dos Mundiais, foi a primeira com 48 seleções — formato ampliado que mudou a dinâmica do torneio desde a fase de grupos. Para o Brasil, resta a análise de uma campanha que começou bem, liderando o grupo com sete pontos, e desmoronou no primeiro confronto de mata-mata realmente difícil. A tabela completa está disponível nos canais oficiais da competição.
O Brasil volta para casa com a lição de sempre depois de campanhas frustradas: liderar um grupo é fácil; sobreviver ao mata-mata é outra história. A próxima Copa, em 2030, marcará o centenário do torneio.
Enquanto isso, a tabela final registra o que aconteceu: uma seleção que passou pela fase de grupos sem sustos e não resistiu ao primeiro teste de verdade. A classificação completa está disponível nos canais oficiais da FIFA e da competição.
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